Quem nunca ouviu falar das missas do Padre Marcelo? Quem nunca se pegou cantarolando “Ergue-ei as mãos e dai glória a Deus”? Se ele consegue ou não passar os ensinamentos da Bíblia eu não sei. Mas que ele conseguiu um sucesso danado chacoalhando o esqueleto das fiéis com essas canções dos animaizinhos, isso é fato.
Bom… esse post é só pra comunicar vocês que vem mais por aí. No auge dos bailes funk, por que não ter alguém que pregue ao som de Tati quebra-barraco? Imagina quantas tchutchucas e popozudas passariam a frequentar as missas? Pois é isso que a Tribo do Funk (O pancadão ungido do Brasil) está fazendo pra levar os funkeiros para mais perto do Senhor. Claro que as letras das canções são TO-TAL-MEN-TE puras e livres de maldade, claaaaro. E qual o problema de dar uma reboladinha no meio da missa e dançar encoxando a mulher da frente? Afinal… eles estão louvando a Deus. Aleluia!!!!
E além de funk? O que mais tá na moda? Rave?? Isso… ficar dançando até o dia raiar tá na moda. Se a gente pensasse em lançar uma nova modalidade de culto religioso pra esse público… já estaríamos atrasados. O pessoal da Igreja do Trance Divino já dominou esse ‘mercado’ também. É bem interessante: as músicas não têm letra, os pastores são DJ’s e o dízimo é o ingresso das festas que eles produzem. Ah… E uma das santas é a Rita Lee. Hosana nas alturas!
Bom… depois dessa, tô no aguardo de algum outro culto. Pode ser de axé… tipo ’É o tchan do Senhor’ com feijoada grátis. O dízimo pode vir em forma de farofa.
No vídeo abaixo você acompanha o lindo hit da Tribo do Funk (”Eu não sou cachorra não, sou princesa do Senhor”) e clicando aqui você conhece mais um pouco da Igreja do Trance Divino.
Abril 25, 2007 às 1:33 am
Muito bom, muito mais que bom, é EXCELENTE…
Abril 25, 2007 às 9:17 am
Oieeeeeeee Prima!
A-D-O-R-E-I!
Sensacional! Mto bem escrito e criativo!
Vai que é tua garota!
Grande beijo!
** Certeza q irei repassar aos meus amigos!
Abril 25, 2007 às 1:38 pm
Hahahahahahaha!!! HOSANA NAS ALTURAS!!!
E que venha o “É o Tchan do Senhor”!!!
Adorei…!
Abril 25, 2007 às 3:09 pm
Olá,
Achei o post um tanto quanto ofensivo e inadequado!
Em nosso país ainda existe a liberdade de culto e manifestação religiosa seja ela como for (e graças a Deus por isso). Acredito que existam alguns absurdos, mas não estou aqui para julgar a fé de ninguém.
Agora, como um Blog ligado ao mercado publicitário se nega a entender o que é segmentação do Target? Sim, funk gospel é segmentar, é atingir um determinado público com um formato de mensagem mais adequado e pertinente a ele.
A pergunta que fica é: Pq nós podemos fazer isso e os evangélicos não?
Abril 25, 2007 às 3:11 pm
Desculpe, muito ruim a brincadeira. Não é boa idéia fazer uma critica disfarçada, por cima do muro, sobre o trabalho sério de um cara chamado Padre Marcelo que não tira se quer um centavo com seu trabalho. Não sou fãn dele, não sou da religião dele, mas já fui a uma de suas missas. Você foi antes de escrever esta baboseira? Vá! Ao redor da missa ficam umas duzentas barraquinhas vendendo coisas relacionadas a ele. Será que ele cobra direitos autorais? Aposto que não. Além de ser comprometido e ético, ele é um pólo de negócios do terceiro setor. Pode acreditar: Ajuda muita gente. Tentar inseri-lo no mesmo patamar de empreendedores mal intencionados na exploração da fé é no mínimo falta de repertório. Como piadinha o texto é muito bom, parabéns, tenha fé que na próxima você acerta.
Abril 25, 2007 às 3:38 pm
Desculpem amigos. O texto não foi de forma alguma ofensivo ao Padre Marcelo e, sim, uma opinião à respeito dos que tentaram seguir o caminho musical para levar a religião ao público. O Padre Marcelo conseguiu levar multidões às missas e falar de Deus da maneira dele e é respeitado por isso até hoje.
Acho sim que a religião pode ser segmentada (como a propaganda), como é no catolicismo, espiritismo, etc. Mas considero um tanto quanto de mal gosto utilizar o funk como atrativo para a Igreja e ver pessoas rebolando durante o culto religioso.
Da mesma forma, o Trance Divino trata a religião. Sem uma filosofia concreta e nem muito o que defender, eles cobram ingressos para festas que eles produzem e mal dizem meia dúzia de palavras relacionadas a Deus.
Enfim… todos têm o direito de optar por esta ou aquela Igreja. O que procurei aqui foi mostrar minha opinião e não defender ou julgar uma ou outra.
abç
Abril 25, 2007 às 4:11 pm
Isso ai, concordo com ela, Funk suks… Não sou religioso nem nada, so sei que bonde do senhor eh ruim em? Odioso na verdade. nada contra a religião, nem contra segmentação e nem contra propaganda certeira no target…
Abril 25, 2007 às 6:32 pm
Olaa adoreeeeii a materia!!imagina só que lindo isso hehe!!
Abril 25, 2007 às 7:01 pm
Nossa, essa matéria arrebentou, eu adorei!!!
Concordo em tudo…não tem o que por e nem o que tirar….
Para os que se ofenderam em dizer que Padre Marcelo é uma benção, concordo, tive o prazer de fazer parte do trabalho dele, mas nem tudo lá são flores…só quem fez ou faz parte da equipe sabe muito bem como funciona…mas não vamos fugir do assunto, a matéria está em cima daqueles que buscam outro meio de ritmo para atingir o público…
Desculpem, a igreja antigamente era totalmente severa, as missas ou cultos não eram carismática e acho que pra se ter fé, não precisa disso pra se manter na religião.
Acredito que gostar de funk e gostar de músicas gospel são coisas diferentes e ir numa missa que fica tocando gospel em forma de funk e ficar rebolando é ridículo. O respeito se perde no meio, muitos não vão só pela missa e vão pra aproveitar o momento.
Abril 26, 2007 às 9:42 am
Essa matéria está ótima.
Daqui a alguns anos teremos a Igreja Country, Igreja do Forró. Depois do GODTUBE não dúvido de mais nada.
Abril 30, 2007 às 12:32 am
Realmente é para envergonhar o brasileiro ter manifestações de fé desta maneira.
Gostaria de parabenizar pelo post e pela coragem de dizer a verdade sobre um assunto tão polêmico. Ao contrário do que disseram alguns, o post foi muito bem redigido e teve todo cuidado em informar, SEM OFENDER nenhuma das religiões legítimas.
Maio 17, 2007 às 12:26 pm
Parabéns pela escolha da matéria! Muito bem redigida e pôde-se notar uma expressão clara da sua opinião.
Discordo com o comment relacionado a ofensas a qquer tipo de crença ou religião…
ENTRETANTO, pergunto: não seriam atos como estes naturais do ser humano empreendedor com ‘jeitinho brasileiro’?
Num país onde ‘respeito é bom e td mundo gosta’ mas ninguém, na verdade, pratica efetivamente, ‘investimentos’ como estes que, de alguma forma, geram rendimentos, não passam de ‘mais uma maravilhosa criação humana’.
Não critico. Na verdade, acho super válido. As idéias estão aí para serem lançadas! Cada um é cada um e o direito de ir e vir e acreditar no que bem entender faz parte do respeito a si próprio.
Ok, NÃO É LEGAL encoxar a mulher da frente!
O fato é: enquanto houver pessoas que apoiam esses movimentos, eles existirão! E haverá sempre alguém coordenando ou liderando-os e, consequentemente, sendo pago para que o ‘andamento da coisa’ funcione. A cada um cabe discernir entre o que é certo e o que é errado, de acordo com a sua crença…
Maio 23, 2007 às 9:18 pm
matéria animaaaaaaaal… Parabéns!!!