A volta do Mandiopã.

Depois de visitar a exposição do Leonardo da Vinci, no Ibirapuera, estiquei o passeio até uma feira de produtos orgânicos (?!?) na Bienal e fui surpreendido por um sampling de Mandiopã.
Para quem tem menos de 30 anos, cabe uma explicação: à base de fécula de mandioca, o salgadinho mágico que incha instantaneamente ao fritar foi sucesso nos anos 60 e 70, vendendo 60 mil unidades por dia e sendo exportado para o Japão e o Oriente Médio. Até que, por problemas administrativos, o produto praticamente sumiu do mercado. Um ex-funcionário da empresa, Sr. Antônio Gomercindo, de 69 anos, único conhecedor da receita, registrou a marca e abriu sua própria fábrica, quase artesanal.
O relançamento estava agendado para março; mas pesquisas de mercado mostraram que certos consumidores rejeitariam o petisco por se tratar de um alimento muito gorduroso. Puro preconceito: a consultoria responsável pelo lançamento promoveu um estudo nutricional e descobriu que 25g de pipoca de microondas, pronta para o consumo, é 30% mais calórica.
Via matéria de Lilian Cunha, da Publimetro.
Maio 14, 2007 em 11:41 pm
Nossa…isso é muito bom!!
Se eu me lembre bem, nem espirrava óleo na hora de fritar….
Legal que vai voltar!
abraços
Agosto 13, 2007 em 9:14 pm
Obaaaaaaa!!!
Que legal, o Mandiopã vai voltar, obaaaaaa.
Comia de pratada e tô vivo até hoje.
Ainda bem que vão relançar, porque quem mais conhecer esta DELÍCIA vai se arrepender de não ter nascido antes, na época do Mandiopã.
Tão bão!!!
Abril 17, 2008 em 10:26 am
Alguém tem receita de como fazer o mandiopa.
Se alguém tiver favor enviar no meu e-mail
Vanda
vanda.fa2008@gmail.com
Maio 21, 2008 em 11:30 pm
e muito bom este salgadinho pois me elembro bem do produto espero que venha logo para a minha regiao pois da saudade deste produto tao saboroso nos aqui temos um parecido as pastilha de trigo bistex mas nao chega aos pes de mandiopa um abraço alexandre kurosaki
Julho 19, 2008 em 9:30 pm
À anos que procuro pelo mandiopã. Também estou feliz com a notícia que ele vai voltar. O problema é saber quando, se haverá aqui no Rio de Janeiro e se eu estarei vivo até lá. Enquanto há vida há esperanças.