Jeep + Marvel = The Patriot Factor

Fevereiro 21, 2007

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Mais uma ação onde o consumidor é quem cria o produto final: para divulgar o lançamento da versão 2007 do modelo Patriot, esta promoção convida o internauta a criar, página a página, um história em quadrinhos em edição limitada, desenhada pela equipe da Marvel Comics. A “obra coletiva” já está na sexta página.


Seu chefe é um idiota?

Fevereiro 9, 2007

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Gui Kawasaki apresenta hoje um teste para saber se seu chefe é um idiota.
Descubra você mesmo:
1. Acha que as regras são diferentes para ele
Estaciona na vaga de deficientes porque seu tempo vale muito?
2. Não entende a diferença entre “O cargo faz a pessoa” e “A pessoa faz o cargo”
Não entende que os eventuais benefícios são do cargo e não dele.
3. Precisa de “apoios”
Um assistente, uma secretária, um assessor de imprensa, um motorista.
4. Precisa que seus pedidos especiais sejam atendidos para ser feliz/produtivo/eficiente
Aquela água tailandesa, engarrafada por monges, em cada reunião.
5. Se relaciona com as pessoas baseado no que elas podem oferecer a ele
“Bons” são os que podem fazer algo por/para ele.
6. Julga as pessoas por valores pessoais, não profissionais
Julga seus profissionais apenas pelo que julga importante. Assim, um funcionário que é “apenas uma mãe”, e coloca a família entre suas prioridades, não é um bom profissional.
7. Julga os resultados de seus funcionários e suas intenções
Um bom chefe deveria saber separar o que é resultado do que é intenção.
8. Pede para você fazer o que ele não faria
Seu chefe pede para você ficar até mais tarde porque ele precisa jantar com a esposa?
9. Liga para você em casa ou nos finais de semana
A felicidade de seu chefe não é sua obrigação 24/7. Eventualmente, tudo bem. Mas ligar para você em casa e/ou finais de semana, é um certificado de chefe-idiota.
10. Acredita que críticas são o mesmo que perseguição
Por exemplo: ninguém falou dele na última reunião de board porque todos têm inveja dele.
11. Atrasa ou freia o progresso de sua carreira
“Você não pode ir embora! A Companhia PRECISA de você!”. Ou pior: “EU preciso de você!”
E aí? Como é que seu chefe se saiu?


A “Virada” Anderson

Fevereiro 9, 2007

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Em seu blog, LongTail, Chris Anderson sugere hoje mais um conceito instigante.
Ele lembra que, anos atrás, Nicholas Negroponte, o maior de todos os tech-gurus e fundador do Media Lab do MIT, propôs a chamada “Virada Negroponte” [Negroponte Switch]. Uma teoria que previa que tudo que era por cabo passaria a ser sem-fio, que a transmissão de TV passaria a ser por fibra ótica, que os “pares telefônicos” evoluiriam para o GSM e por aí vai… Assim, com boa dose de humor, mas baseado em suas teorias inquestionavelmente brilhantes, Anderson decidiu propor a Virada Anderson, sugerindo que - durante a conversão de análogo para digital - o que era pago, passará a ser grautito e vice-versa. Assim, música, livros e outras mídias serão de graça (economia da abundância) e video, rádio e outros serviços gratuitos hoje passarão a ser por assinatura ou on-demand por um preço. Em tempo: Anderson remete a este link de 94, onde Negroponte (foto) já sugeria conceitos muito próximos do Lont Tail.


Long Tail offline

Fevereiro 7, 2007

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Se quando você ouve falar em Long Tail, logo pensa: “tá, tá, tá…isso é bacana para música online…mas quero ver cauda longa no supermercado!”, nenhum exemplo é mais elucidativo do que este que Chris Anderson publicou em seu blog.
Trata-se do case Anheuser-Bush [Budweiser].
Segundo Anderson, Anheuser-Bush criou uma divisão Long Tail, especialmente focada no desenvolvimento de produtos para nichos.
É muito fácil entender como a distribuição via internet criou uma espécie de “espaço de gôndola infinito” - o coração das online stores/long tail - mas como isso se aplica ao mercado de garrafas de verdade e gôndolas de verdade?
O segredo foi revelado por Pat McGauley, vice-presidente da Divisão Long Tail: como a Anheuser-Bush tem sua própria rede de distribuição, são capazes de levar produtos de nicho onde quiserem, com extrema eficiência. Ou seja, podem distribuir uma cerveja local, criada por uma de suas microcervejarias, por todo o continente, ou distribuir um produto de nicho encontrando mercados regionais muito específicos. Assim, a linha de produtos da companhia cresceu de 26 para 80 produtos em apenas 10 anos e hoje possuem cervejas orgânicas, para mulheres, microcervejarias e dezenas de outras variantes.


Jobs e o DRM

Fevereiro 7, 2007

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Steve Jobs, hoje no site da Apple, publicou seus Pensamentos sobre Música expondo sua posição a respeito do DRM (Gerenciamento de Direitos Digitais). A carta é detalhada e inicialmente parece um “tutorial” sobre como funciona o controle dos direitos autorais online. Se você não sabe, é assim: iPod toca o que você comprar na iTunes Music Store (mais tudo aquilo que você importar de fontes legitimas ou piratas). Zune, toca o que tem DRM Microsoft e players da Sony, o que vem da Sony Connect.
Cada um, portanto, controla sua versão de DRM. E um player não toca conteúdo que tenha sido “marcado” com DRM de outra companhia.
Jobs afirma que o DRM no iPod e na iTunes Music Store apenas existe por exigência das Big Four, as quatro gravadoras que controlam 70% da música mundial: Universal, Sony BMG, Warner e EMI. E então, faz uma revelação importante: na média, cada iPod hoje no mercado, possui apenas 3% de música com DRM. Ou seja, ou a gente acredita que os outros 97% são de músicas “ripadas” dos CDs dos proprietários, ou a gente deixa a hipocrisia de lado e admite que boa parte do mundo é formada por piratas [esta última conclusão é minha, não de Jobs, mas é o que ele dá claramente a entender].
A esta altura do texto, com as cartas na mesa, Jobs propõe 3 possibilidades para a Apple:
A primeira é ficar tudo como está e quem sai perdendo é o consumidor.
A segunda é a Apple liberar o código de seu DRM, o FairPlay, para outras companhias possibilitando a interoperatividade entre players - fato que comprometeria em muito a segurança do próprio DRM Apple, já que uma vez liberado, a possibilidade de cair em “mãos erradas” seria enorme.
E finalmente a terceira possibilidade - e é claro que é isso que Jobs está buscando como o principal vendedor de música online do mundo - que é as Big Four abolirem o DRM.
Segundo Jobs, DRM nunca funcionou para evitar pirataria já que em 2006 foram vendidas 2 bilhões de músicas online com DRM, mas também 20 bilhões foram vendidas na forma de CDs que não possuem DRM!
Jobs conclui a carta conclamando as Big Four a abolir o DRM e promete que a Apple fará o mesmo em seguida.
O recado é óbvio: agora que os players estão por todo lado, não seria ótimo ampliar o mercado da iTunes Music Store vendendo música para qualquer player e não apenas para o iPod?
Interesses à parte, o movimento anti-DRM ganhou hoje um forte aliado.


Steve Jobs Lingo

Fevereiro 6, 2007

Todo mundo diz que Steve Jobs é um grande apresentador. Este vídeo apresenta algumas dicas para você que quer dominar a arte das apresentações.


Cabeça de Cavalo na cama….

Fevereiro 1, 2007

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Quem não se lembra do Poderoso Chefão I, da cena do produtor de filmes que acorda ao lado da cabeça decapitada de seu cavalo?

A Kropserkel trouxe essa posibilidade à nós mortais.

Via uncoolhunter.


Mais Long Tail

Janeiro 29, 2007

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Chris Anderson discute hoje em seu blog, o conceito de economia da abundância versus economia da escassez aplicado ao mercado da música. Arrisco uma livre-tradução:
As vendas de CDs continuam ladeira a baixo. As vendas de música on-line, apesar de crescentes, não são suficientes para sustentar o business da música. E milhares de bandas distribuem seus tunes de graça na net via MySpace e afins. Por que? Porque boa parte dessas bandas já entendeu que a música, como um produto digital, tem custo de produção/distribuição próximo a zero. E quando o custo é zero, o preço também pode ser zero. Economia da abundância.
Por outro lado, um show ao vivo, uma live performance, não pode ser digitalizada e distribuída com fidelidade. Economia da escassez. E o preço médio do ticket de shows musicais subiu para US$ 61 no ano passado. Um crescimento de 8%. Numa época em que bens digitais são comodites, você paga pela experiência. Shows ao vivo se transformaram no setor que mais cresce na music industry (92% da receita dos Stones vem de perdormance, não de discos gravados!). Abaixo a lista da Wired das bandas que mais faturaram com suas tour. Entendeu porque elas dão músicas de graça?

  1. Rolling Stones $150.6m
  2. Tim McGraw and Faith Hill $132m
  3. Rascal Flatts $110.5m
  4. Madonna $96.8m
  5. Barbara Streisand $95.8m
  6. Kenny Chesney $90.1m
  7. Celine Dion $85.2m
  8. Bon Jovi $77.5m
  9. Nickelback $74.1m
  10. Dave Matthews Band $60.4m

Long Tail no Wii

Janeiro 28, 2007

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Essa veio de Chris “Long Tail” Anderson: o Wii foi lançado com compatibilidade para jogos antigos da Nintendo. Nos EUA, 1.4 milhões de Wiis estão conectados na internet e podem baixar esses jogos [quase-fora-de-catálogo] a um preço médio de US$7.00 por jogo. Sabe quantos jogos velhos a Nintendo já vendeu on-line desde o lançamento do Wii? Um milhão e meio. Ou seja, um faturamento de US$ 10 milhões de dólares em jogos [supostamente] obsoletos. Isso sim é long tail. A propósito, Chris Anderson foi consultor da Nintendo durante o desenvolvimento do console.


Médicos sem fronteiras versus Novartis

Janeiro 9, 2007

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O Medecins Sans Frontieres é uma instituição sem fins lucrativos que mantém 22 mil profissionais ligados à saúde, trabalhando em cerca de 70 países com populações carentes. Pois bem. A MSF está organizando uma petição mundial para pressionar a Novartis a retirar um processo contra o Governo da Índia. A Novartis exige que o governo daquele país altere sua legislação de patentes, o que prejudicaria a produção de genéricos anti HIV/AIDS - os anti-retrovirais. Só a MSF atende 80 mil pacientes com HIV/AIDS em 30 países e 80% dos medicamentos utilizados, tem origem na Índia. Se a Novartis vencer a batalha judicial, a Índia deixará de fabricar estes medicamentos e a Novartis não vai ampliar seus lucros, pois os pacientes simplesmente não serão atendidos. Se você concorda, divulgue. Se quer participar, assine aqui.